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E-commerce mais forte com o Coronavírus

Houve um tempo em que e-commerce andava na contramão das tendências econômicas pois não havia muita confiabilidade no processo e parceria ser um concorrente monstruoso do negócio físico.

Apesar do cenário desfavorável houve uma mudança no comportamento das pessoas que impulsionou as vendas online, pois passaram a ser mais eficientes, cômodas e menos estressante do que comprar em lojas.

Quem investiu e apostou nessa tendência do e-commerce não se arrependeu. A ABCOMM já havia informado que a expectativa de crescimento do e-commerce no Brasil em 2020 seria de 18%. Seria, no passado, porque agora, em meio ao surgimento do Covid-19, estão acontecendo mudanças comportamentais na forma de consumo das pessoas, fortalecendo este setor  o que  certamente o fará crescer mais ainda.

Fatores ambientais, de saúde e sociológicos gerados pela disseminação do vírus criou um nova rotina no mundo dos negócios. Agora, por meio do Covid-19, muitos preferem ficar em casa e realizam suas compras por meio online para evitar aglomerações. Até mesmo que nunca fez esse processo está começando a aderir.

Obviamente, algumas categorias terão um crescimento maior, pelo necessidade de consumo de produtos essenciais durante o período de pico da crise, a exemplo de bebidas, alimentos, farmácias. Restaurantes que se prepararam para esta demanda devem vender bem e sofrerão menos os impactos econômicos. Quem deve sofre mais são os bens de consumo duráveis e de alto valor.

Até que tudo se normalize, é preciso adaptar-se aos novos tempos.

22/03/2020
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